Sidrolândia, 14 de outubro de 2026

É golpe , e agora o que fazer?

Foto: imagem ilustrativa
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Recebeu uma mensagem estranha no celular, fique atento.

Infelizmente, esse tipo de golpe tem se tornado cada vez mais comum, existem várias formas de fraudes que ocorrem via SMS, WhatsApp e até e-mails, os golpistas se passam por empresas locais, atendes de  bancos a onde a  maioria das vítimas tem conta e até  mesmo amigos e familiares.

Os exemplos mais comuns são:

Phishing: A pessoa recebe uma mensagem falsa, geralmente de uma instituição financeira ou uma empresa conhecida, pedindo dados pessoais ou informações bancárias.

Link falso: A mensagem pode conter um link que leva a uma página falsa, parecida com a de um banco ou loja online, para roubar informações de login ou dados financeiros

Falso prêmio ou sorteio: O golpista pode informar que você ganhou um prêmio, mas precisa fazer um pagamento ou fornecer dados para “liberar” o prêmio.

Troca de SIM card: O criminoso tenta obter suas informações pessoais e, com isso, consegue realizar um “golpe do SIM swap”, que pode resultar no roubo de contas bancárias ou outros dados importantes.

Se caso tiver recebido uma mensagem suspeita ou até mesmo um link que não esperava, é importante não clicar e nem fornecer informações pessoais.

Caso tenha dúvidas sobre a veracidade de alguma mensagem, o ideal é entrar em contato diretamente com a empresa ou instituição.

Se você caiu em um golpe via mensagem, o mais importante é agir rapidamente para tentar minimizar os danos, aqui estão alguns passos que você pode seguir:

  •  Interrompa imediatamente qualquer ação (Se você forneceu informações pessoais, dados bancários ou clicou em um link suspeito, pare de interagir com o golpista o mais rápido possível).
  • Altere suas senhas.
  • Entre em contato com a empresa ou banco.
  • Registre um boletim de ocorrência.
  • Comunique às autoridades de proteção ao consumidor.
  • Alerte seus amigos e familiares.

Sempre cheque o número de telefone ou e-mail do remetente, golpistas muitas vezes usam números ou endereços semelhantes aos oficiais, mas com pequenas variações, dificultando que a vítima perceba de imediato.


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